sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Deque é feita a AMIZADE?


Engraçado, eu sempre fico pensando em que momento da vida
foi criado esse sentimento... a amizade.
Quem será que compôs o primeiro par de amigos da face da terra?
Fico imaginando que eles devem ter tido muitas dificuldades nesse relacionamento,
afinal foram os pioneiros em dar carinho, aparar arestas,
serem muitas vezes incompreendidos e ainda assim estarem sempre de braços abertos
para receber o outro quando preciso.
Bom, mas o tempo passou e hoje já sabemos muitas coisas sobre amizade.
Há de ser entender que a amizade não é algo somente que nos traz alegrias
e esse é o maior desafio dela.
Há de se aceitar que se pode ter amigos diferentes de nós, em raça,
religião, temperamento, criação, cultura. Isso na verdade não é importante na amizade.
Há de se saber que as regras principais da amizade são o respeito, a consideração, a tolerância e a humildade.
A consideração é um fator muito importante também.
Não adianta sermos tudo de bom para alguém e
nos momentos mais delicados e necessários para esse alguém,
não termos a consideração que se resume na atenção devida.
Espera-se mesmo que a amizade, como qualquer outro sentimento,
seja uma via de mão dupla. Não existe a possibilidade de só darmos, jamais recebermos e ainda assim sermos realizados nesse sentimento.
Não se trata de um "toma lá dá cá", mas se trata de um "eu me lembro quando eu precisei e você esteve comigo, portanto agora você precisa e eu estou aqui", e isso há de ser feito com um sorriso nos lábios e muito amor no coração.
A tolerância, talvez seja essa a parte principal.
Há de se entender que nenhum ser humano vive em total estado de bom humor a vida toda. Haverão dias que os ânimos não estarão bons, o coração de um deles não estará bem.
Isso sem contar que as pessoas em geral têm os mais diversos tipos
de temperamentos e de atitudes.
Há de se saber que para se ter um amigo,
alguns momentos desagradáveis dele teremos que suportar,
passar por cima mesmo, ignorar, sabendo inclusive que ele em algum instante
fará o mesmo por nós se for amizade verdadeira o que ele sente.
Há de se saber, aceitar e entender, que a perfeição em termos de ser humano não existe, cometemos todos, diversas vezes, falhas, enormes falhas.
Nenhum de nós é o rei da verdade, nenhum de nós está certo o tempo todo ...
em algum momento o nosso amigo é que será a parte certa e
por mais que o nosso orgulho nos impeça de dizer, teremos que aceitar.
A humildade há de precisar estar presente sempre.
Amigos que não convivem com isso, dificilmente conseguirão levar uma amizade avante.
Há de ser ter humildade pra dizer coisas simples:
eu não sei, você me ensina?
Eu não consigo, você me ajuda?
Eu não posso, tenho medo, você vai comigo?
Eu errei, me perdoa?
Eu me arrependi, você me desculpa?
Eu não fui fiel a você, me dá outra chance?
Eu disse o que não devia, você pode esquecer?
Eu ando negligenciando nossa amizade, você me permite recuperar esse tempo perdido?
Ser humilde numa amizade, não significa se humilhar,
significa provar ao outro o seu grau de importância na nossa vida.
Por fim, uma amizade há de ter altos e baixos sim, há de atravessar furacões,
cair em abismos, há de se despedaçar toda ... mas se for amizade de verdade,
há de voltar, envolta em ferimentos, apoiada numa bengala, sangrando até ...
e há de encontrar o seu companheiro com o curativo nas mãos,
amor no coração e disposto a dar o perdão!
Ser amigo, é todos os dias aprender alguma coisa nova, é sempre ter algo de que se arrepender por alguma coisa que se deixou de fazer.
Ser amigo é principalmente dividir uma emoção,
saber acalentar um coração e deixá-lo voar pra longe de nós quando ele precisar.
Mas ser amigo é especialmente se recolher num cantinho e
esperar esse coração voltar pra nossa mão no momento que ele achar que é bom.

Amizade faz Bem:)

(Viiih,amooo muitoo vc amigaaah). . .


Quero falar aos amigos.

Os amigos que tenho são os melhores

que alguém poderia ter.



Além disso, os amigos que tenho

têm muitos amigos e os dividem comigo.

Assim, meu número de amigos sempre aumenta,

já que sempre ganho amigos dos meus amigos.



Foi assim sempre.

Uns ganhei há tempos.

Outros são mais recentes.



E quem os deu não ficou sem eles,

pois amizade pode ser sempre dividida

sem nunca diminuir ou enfraquecer.



Pelo contrário,

Quanto mais dividida mais aumenta.



E há mais vantagens na amizade:

é uma das poucas coisas

que não custam nada mas valem muito,

embora não sejam vendáveis!



Entretanto,

é preciso que se cuide um pouco das amizades...



As mais recentes, por exemplo,

precisam de alguns cuidados.

Poucos, é verdade, mas indispensáveis.



É preciso mantê-los com um certo calor,

cuidar, falar com eles.

Com o tempo eles crescem,

ficam fortes e suportam alguns trancos.



Os mais antigos, já sólidos, não exigem muito não!

São como as mudas de plantas que,

depois de enraizadas, parecem viver sem cuidados,

porém não podem jamais ser esquecidas.

Algo é preciso para mantê-las vivas.



Prezo muito minhas amizades

e reservo sempre um canto no meu peito para elas.

E sempre que surge a ocasião,

não perco a oportunidade

de dar um amigo a um amigo,

da mesma forma que ganhei.



E não adiantam as despedidas.

De um amigo ninguém se livra fácil.

Amizade, além de contagiosa, é incurável.

Naftalina*


A naftalina, quimicamente designada de naftaleno, é um hidrocarboneto aromático cuja molécula é constituída por dois anéis benzénicos condensados. Apresenta a fórmula molecular C10H8.
É uma substância
cristalina branca, em forma de lâminas, volátil, com odor característico das esferas antitraça, e que arde com chama luminosa.
A naftalina encontra-se no
petróleo apenas em pequenas quantidades, razão pela qual se obtém por destilação do alcatrão da hulha, no qual está presente numa proporção de aproximadamente 7%. Hoje em dia, na indústria petroquímica, também se obtém naftalina a partir do reforming catalítico de hidrocarbonetos alifáticos.
Considera-se a naftalina como um híbrido de ressonância de três estruturas canónicas.
Esta sofre facilmente reacções de
substituição eletrofílica, principalmente na posição alfa que é a mais reactiva, nomeadamente reações de nitrificação, bromação, sulfonação e acidificação.
Por
hidrogenação catalítica com níquel a 140-160 ºC e a 30 atmosferas origina o 1,2,3,4-tetra-hidronaftaleno ou tetralina, cuja reacção em condições mais fortes conduz à formação de per-hidronaftaleno ou decalina.
A
oxidação catalítica da naftalina com pentóxido de vanádio transforma-o em anidrido ftálico, importante matéria-prima na síntese de poliésteres.
A naftalina usada antigamente como agente antitraça, é um composto de partida para o fabrico de muitos produtos químicos, como por exemplo o ácido ftálico,
corantes, plásticos, solventes e derivados halogenados da naftalina (insecticidas, fungicidas e impregnantes para madeira).